A insulina é um hormônio essencial que desempenha um papel crucial no metabolismo do nosso corpo. Produzida pelo pâncreas, sua principal função é transportar a glicose do sangue para dentro das células, onde é utilizada como fonte de energia. Para aqueles que convivem com diabetes, a produção de insulina pode ser insuficiente ou inexistente, resultando em altos níveis de glicose no sangue, o que pode levar a complicações sérias.
Estima-se que mais de 13 milhões de brasileiros tenham diabetes, segundo dados do Ministério da Saúde. Esse número alarmante ressalta a importância de entender como a insulina funciona e como ela pode ser utilizada para controlar a doença.
Se você convive com diabetes, é fundamental consultar um endocrinologista. O médico pode avaliar sua condição e, se necessário, indicar o tratamento adequado para regular os níveis de insulina no organismo.
Para que serve a insulina
A insulina tem várias funções importantes:
- Facilita a entrada da glicose nas células, onde é convertida em energia;
- Promove o armazenamento de glicose no fígado, músculos e tecido adiposo;
- Reduz os níveis de açúcar no sangue;
- Regula o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas.
Enquanto a insulina diminui os níveis de glicose no sangue, o hormônio glucagon é produzido para aumentar a glicose em situações de jejum, mantendo um equilíbrio fundamental para a saúde.
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Tipos de insulina
Existem diferentes tipos de insulina, classificados de acordo com o início e a duração de sua ação:
Além disso, existe a insulina pré-misturada, que combina diferentes tipos de insulina em um único frasco, com efeitos que variam de 5 a 60 minutos e duração de 10 a 24 horas.
Quando é necessário usar a insulina
O uso de insulina sintética é indicado nas seguintes situações:
- Diabetes tipo 1: necessário para todas as pessoas com essa condição;
- Diabetes tipo 2: em casos de glicose alta, como aumento da sede e perda de peso;
- Diabetes gestacional: quando os níveis de glicemia não estão controlados após tratamento sem medicamentos;
- Cetoacidose diabética ou hiperglicemia hiperosmolar;
- Hiperglicemia relacionada ao estresse metabólico: em situações críticas;
- Níveis altos de potássio no sangue (hipercalemia).
É fundamental que o endocrinologista indique a insulina e que o paciente siga rigorosamente o esquema prescrito.
Marque uma consulta com um endocrinologista na sua região para um acompanhamento adequado.
Como aplicar a insulina
A insulina deve ser aplicada no tecido adiposo, geralmente no abdômen, braços, coxas ou nádegas, utilizando uma seringa ou caneta. A bomba de insulina, um dispositivo que pode ser programado para liberar insulina conforme a necessidade, é uma alternativa para alguns pacientes.
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