A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou uma importante decisão que afeta a saúde de muitos brasileiros. Recentemente, foi determinado o recolhimento de todos os lotes do suplemento Magnésio L-Treonato 1.000 mg, fabricado pela empresa Natural Sempre Distribuidora e Comércio Ltda. A medida, que também suspende a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso do produto, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e entra em vigor imediatamente.
Motivos da decisão da Anvisa
O principal motivo para essa ação é que o suplemento contém magnésio treonato, uma substância que não está autorizada para uso na categoria de suplementos alimentares no Brasil. De acordo com a Anvisa, a presença desse composto torna o produto irregular, o que justifica sua retirada do mercado.
Impacto do magnésio treonato
O magnésio treonato é frequentemente promovido em campanhas publicitárias e nas redes sociais, sendo associado a benefícios como melhoria da memória, aumento da cognição e promoção da saúde cerebral. No entanto, a Anvisa esclarece que essa substância não integra a lista de ingredientes permitidos para suplementos alimentares no país, o que levanta questões sobre a segurança e eficácia do produto.
É essencial que os consumidores que possuam o Magnésio L-Treonato interrompam o uso imediatamente. A Anvisa recomenda que eles busquem informações junto à empresa responsável ou aos órgãos locais de vigilância sanitária para esclarecimentos adicionais.
Orientações para consumidores
Se você é um dos consumidores que adquiriu o suplemento, é fundamental seguir algumas orientações:
- Interrompa o uso do produto imediatamente.
- Entre em contato com a empresa fabricante para obter informações sobre o recolhimento.
- Consulte profissionais de saúde para discutir alternativas seguras e eficazes.
- Fique atento a novas orientações da Anvisa sobre suplementos e produtos alimentares.
Essa medida da Anvisa reforça a importância da regulamentação no setor de suplementos alimentares, garantindo que os produtos disponíveis no mercado sejam seguros e eficazes para a população brasileira.
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Fonte: metropoles.com